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VAN GOGH (Tristeza, 1882) |
Dos amores que jurei eternidade;
Que rejeitei;
Dos que jamais tive;
Ficou-me a impureza cravada no peito;
Marcada a ferro na pele.
E mesmo que lavada,
Retorcida,
Já não alveja.
Do amor que anseio,
E talvez jamais o alcance,
Revisto-me em fel.
Rayane Medeiros
Poetisa
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