segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Adeus

Adeus, vou para onde dói menos
No porto, onde meu barco fica sereno
No sul, quero um clima mais ameno
Quero paz

Não! Quero mais é um amor turbulento
Que se exploda em mim a todo momento
Que meu coração bata rápido-lento
Tanto faz

A sina do que ama é esperar
O destino infeliz que virá
De ter no peito uma chama que se apagará.

3 comentários:

  1. Concordo demais, belo e realista poema!

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  2. Ah, eu não concordo não! Pessimismo é esse, gente?! Ma é um belo poema, sim!

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  3. De fato! concordo também! Muito legal!

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