quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Precipitado


E eu que um dia me julguei maduro
Vejo-me agora como antes, inseguro.
E negando-me a aceitar o que já nem escondo
Sensações que me dominam
E por mim já não respondo
O mesmo e infantil desejo
Consumido por ilusões e realizado em pequenos gestos
Sutil, inocente e precipitada paixão!
Que me faz acreditar no improvável
E ser escravo desse céu que tanto almejo.

4 comentários:

  1. ...E ser escravo deste céu que tanto almejo - perfeito!! Sou fã!

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  2. Valeu Camila, mais uma vez. E olha, eu que sou sua fã, rs.

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  3. "E eu que um dia me julguei maduro
    Vejo-me agora como antes, inseguro".
    Uma grande reflexão poética, que daria um poema de, no mínimo, 5 folhas datilografadas! rsss Parabéns.

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  4. Nossa Mário, preciso caminhar muito pra chegar aonde essa sua reflexão vai. Meus diálogos com meu eu só me renderam estas linhas! rsrs...

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